Secadores de Mãos Automáticos Sensorizados  
 
 

 

O ato de secar as mãos é repetido várias vezes ao longo do nosso dia, automaticamente, mas você já parou para pensar no quanto esta experiência se diversificou nos últimos tempos e envolve diferentes aspectos? Antigamente, a secagem das mãos era basicamente feita com toalhas de pano. Atualmente, contamos, também, com toalhas de papel e secadores automáticos, principalmente em lugares públicos.

Imagine um shopping center, por exemplo, onde a circulação de pessoas é alta. Além do simples ato de secar as mãos, ao escolher qual opção disponibilizar para o usuário (toalhas de papel, secadores automáticos), é necessário levar em conta o impacto disso para o ambiente, para a  administração do local (gerenciamento de gastos) e, claro, para quem usa.

Pensando na questão em ambiente, é fundamental considerar os conceitos de sustentabilidade, o que vai além de preservar a natureza. Uma solução sustentável inclui a redução do impacto ambiental e traz outros benefícios como diminuição de gastos, economia com manutenção, durabilidade, praticidade.

No que se refere ao ato de secar as mãos, vamos considerar dois métodos: toalhas de papel e secadores automáticos.
O primeiro, para ser produzido, precisa de árvores, requer a utilização de cerca de duas folhas para que as mãos fiquem secas (geralmente são usada mais), é um material que não pode ser reciclado, ou seja, vira lixo, porém não necessita de energia elétrica para funcionar.

 

 

No aspecto da administração, quando o assunto são toalhas de papel, é preciso considerar a reposição deste item periodicamente, então o shopping, que tomamos como exemplo, tem que contar com um ou mais funcionários para esta função.

Já os secadores automáticos, de ar quente ou frio, não necessitam de reposição do material, a durabilidade dos produtos oferecidos no mercado costumam ser bem maiores do que as papeleiras que acomodam as toalhas de papel, o que significa economia com manutenção e troca. Fora isso, não são utilizadas árvores na sua fabricação. Mas o que dizer sobre o gasto de energia elétrica?

*De acordo com um estudo realizado pela UNICAMP e publicado na revista Ciência Ambiental online (volume 3 ano 1), foi concluído que substituir o papel toalha por secadores de mãos a ar reduzem o custo em até 95%. Esta afirmação foi fundamentada no fato de que a produção de um quilo de celulose virgem usada para a fabricação do papel toalha utiliza 540 litros de água. Fora isso, é preciso considerar que para produção deste papel também se usa energia elétrica.

Nesse sentido, *um estudo realizado por cientistas do Massachussetts Institute of Technology (MIT) analisou o ciclo de vida dos métodos mais comuns para secagem das mãos em banheiros públicos, incluindo toalhas de pano e papel, e diversos equipamentos que emitem jatos de ar quente ou frio.

 

 

A conclusão foi de que a toalha de papel tem uma “pegada de carbono” (corresponde à quantidade de dióxido de carbono (CO2) emitida como resultado direto ou indireto de uma atividade) 70% maior do que um secador de ar frio de alta velocidade.

Esses números são apenas para ilustrar o cenário do que é preciso considerar na hora de escolher a melhor solução para secar as mãos, principalmente em locais de grande circulação de pessoas.

Quando se fala em secar as mãos, vale lembrar, ainda, do quanto este gesto é importante para a preservação da saúde. Muito se fala no quanto é essencial lavar as mãos e como fazer isso corretamente, o que pode ser resumido em lavá-las cuidadosamente com água e sabão.

Mas, e depois? De nada adiante lavar bem as mãos se, em seguida, você secá-las numa toalha que não esteja completamente limpa. A secagem das mãos requer tanto cuidado quanto a sua lavagem, a fim de evitar contaminações por fungos e bactérias.

Independente do método usado para secar as mãos, toalha de pano ou papel ou secador de ar, é essencial que ele esteja muito bem limpo. A recomendação vale para a sua casa e, mais ainda, para ambientes de clínicas, laboratórios, hospitais, indústrias de alimentos, entre outros, em que a higienização vem em primeiro lugar.
 
 
 

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